Quem Come Biscoito de Polvilho Engorda? Será Que Faz Mal?

Antes de mais nada, saiba que o biscoito de polvilho geralmente é formado por amido de mandioca.

Portanto, fique atento!

Por quê?

Porque devido a esse ingrediente o biscoito de polvilho pode ser perigoso para sua dieta.

Ficou curioso?

Continue aqui comigo até o final.

Porque em menos de 5 minutos você saberá tudo o que precisa sobre o assunto.

Afinal, comer biscoito de polvilho engorda?

O biscoito de polvilho tem como um dos principais ingredientes o amido de mandioca, ou seja, ele é rico em carboidratos. Além disso, a sua massa contém gordura, sal e, em algumas ocasiões, um pouco de açúcar. Portanto, caso seja consumido em excesso, sim, ele engorda.

Da mesma forma que o carboidrato, o sal também pode vir a contribuir negativamente nesse aspecto.

Isto é, devemos lembrar que quanto mais sal, maior é a retenção de líquidos.

Consequentemente, mais inchado você fica.

Ou seja, caso você decida consumir o polvilho fique atento.

Procure escolher a marca que contém menos sódio na sua composição.

Porque dessa maneira você estará sendo um pouco mais saudável.

Nesse sentido, outra dúvida que muitas pessoas possuem é a seguinte.

Comer biscoito de polvilho faz mal?

É preciso ter cuidado.

Isto é, o sal não provoca somente o inchaço.

Ele também contribui para o aumento da pressão arterial.

Ou seja, pode causar problemas para a saúde.

Mas também não é necessário se desesperar.

Situações como essa geralmente só se desenvolvem quando há excessos.

Portanto, moderação é a palavra-chave.

E em relação às calorias?

Nesse aspecto você precisa saber o seguinte.

No geral, 30 gramas de biscoito de polvilho (aproximadamente uma xícara) possuem em torno de 120 calorias.

Tudo bem.

Mas quanto de carboidrato encontramos nessa quantidade?

Algo próximo de 20 gramas.

Ou seja, é praticamente a mesma coisa que duas fatias de pão de forma.

Além disso, essa quantidade tem em média 4 gramas de gordura e absolutamente nada de proteína.

Portanto, fique atento!

Uma dica para sua saúde

Em primeiro lugar, coma com moderação.

Isso quando você optar pelo polvilho.

Além disso, tente consumir o biscoito em conjunto com frutas.

Por quê?

Porque dessa forma você estará ingerindo fibras.

Sendo assim, você terá uma sensação de saciedade por um tempo mais prolongado.

Além do fato de que as frutas contêm nutrientes e vitaminas.

Substâncias que são essenciais para uma vida saudável.

E falando sobre saúde, vamos para mais um ponto…

Quem é diabético pode comer biscoito de polvilho?

Não é recomendado que quem é diabético coma biscoito de polvilho.

Tudo bem.

Mas… por quê?

Para responder essa pergunta, primeiro vamos ver uma tabela nutricional do biscoito:

  • Calorias – 120 kcal
  • Carboidratos – 20,3 g
  • Proteínas – 0 g
  • Gorduras totais – 3,8 g
  • Gorduras saturadas – 1 g
  • Fibra alimentar – 0,83 mg
  • Sódio – 128 mg

Ou seja, ele contém poucas fibras.

Consequentemente, o açúcar vai para o sangue muito mais rapidamente.

E isso pode fazer com que ocorra picos de glicemia.

Em outras palavras, os níveis de açúcar no sangue sobem consideravelmente.

Algo que é péssimo para os portadores de diabetes.

Dúvidas?

Escreva a sua pergunta aqui embaixo.

Irei responder as dúvidas mais interessantes sobre o biscoito de polvilho.

Um grande abraço e até o próximo texto.

Seja saudável!

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(Autor)

William Fan é médico graduado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) - Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB). Fez estágios clínicos em Oncologia Clínica e Medicina de Emergências na Prince of Wales Hospital, afiliada da University of New South Wales, Sydney, Australia (UNSW) e que faz parte do prestigiado Group of Eight, grupo que reúne as 8 instituições líderes de excelência em ensino e pesquisa da Austrália. Além disso, colaborou no desenvolvimento de um projeto científico da Centre for Vascular Research, na UNSW. Tem também publicações científicas em periódicos (revistas) internacionais de impacto na comunidade científica em áreas de pesquisa experimental e pesquisa clínica, abrangendo as áreas de biologia do câncer, doenças cardiovasculares, além de ser co-autor de uma revisão sistemática e meta-análise. Foi certificado pelo programa Sharpen Your Communication Skills da Stanford Graduate School of Business. Atualmente é revisor científico do Vitalismo e entusiasta da conciliação entre as pesquisas científicas com os melhores níveis de evidência e o desenvolvimento de tecnologias para melhorar a saúde das pessoas. Nos momentos livres, gosta de estudar idiomas (atualmente fala Inglês, Chinês Mandarim e Alemão), fazer leituras, acompanhar debates inteligentes, jogar basquete e experimentar diferentes culinárias.

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